Ata do CR-DCE do dia 02 de Fevereiro de 2013

Ata do CR-DCE do dia 02 de Fevereiro de 2013, início as 14h30, na sede do DCE da UNIFESP.

Aos dois dias do mês de fevereiro do ano de dois mil e treze, reúnem-se as entidades oficiais dos estudantes da UNIFESP na sede oficial do DCE UNIFESP, estando presentes as seguintes entidades:

  • CAAB – Centro Acadêmico Ana Bretãs – São Paulo
  • CAPB – Centro Acadêmico Pereira Barreto – São Paulo
  • CALP – Centro Acadêmico Leal Prado – São Paulo
  • CAF – Centro Acadêmico dos Estudantes de Fonoaudiologia – São Paulo
  • CAHIS – Centro Acadêmico dos Estudantes de História – Guarulhos
  • CAEL – Centro Acadêmico dos Estudantes de Letras – Guarulhos
  • CAPED – Centro Acadêmico dos Estudantes de Pedagogia – Guarulhos
  • CAUEQ – Centro Acadêmico dos Estudantes de Engenharia Química – Diadema
  • AAAUG – Associação Atlética Acadêmica UNIFESP Guarulhos
  • DCE – Diretório Central de Estudantes da UNIFESP

A reunião começou com uma rodada de apresentação dos presentes, seguida de uma rodada de informes

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Abaixo-assinado contra a denúncia criminal à estudantes da USP

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O DCE-Livre da USP e abaixo-assinados exigem a retirada imediata da denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo à Justiça no dia 5 de fevereiro, que acusa 72 estudantes da universidade, detidos durante a violenta reintegração de posse do prédio da reitoria em 2011 por parte da Tropa de Choque da Polícia Militar, por danos ao patrimônio público, pichação, desobediência judicial e formação de quadrilha. Além disso, também repudiam as declarações da promotora Eliana Passarelli, autora da denúncia, à imprensa que chama os estudantes de bandidos e criminosos. Na nossa opinião, a intenção de criminalizar esses estudantes é um ataque ao movimento estudantil e aos movimentos sociais de conjunto, em todo Brasil, que possuem o direito democrático de livre expressão, manifestação e organização política e ideológica. Lutar por democracia na universidade não é crime.

 

Eleições DCE UNIFESP: 03 a 07/12 em todos os campi!

Estudantes,

De Segunda a Sexta, no pátio, das 16h às 21h, estão correndo as eleições para o DCE da Unifesp. Participe!

Conheça as chapas que concorrem no pleito:

Unifesp Livre Vez da Voz
http://www.facebook.com/unifesplivre http://www.facebook.com/ChapaVezDaVoz
http://chapaunifesplivre.wordpress.com http://chapavezdavoz.wordpress.com/
Estudantes inscritos e respectivas coordenações Estudantes inscritos e suas respetivas coordenações

dce_eleicoes

Comissão Eleitoral

Diretório Central dos Estudantes

Universidade Federal de São Paulo

Carta em repúdio à opressão e agressão de mulheres no campus Guarulhos

Guarulhos, 28 de novembro de 2012

Com apenas seis anos de existência, o campus Guarulhos e seus discentes já presenciaram inúmeras manifestações de machismo e opressão de diversas naturezas. A última relatada de sexta-feira (23/11) foi acompanhada por alguns alunos e funcionários que preferiram a omissão – ou resignação – à tomada de atitude.

Em 2008, durante uma assembleia no campus São Paulo, uma estudante de Guarulhos que pediu a fala, foi vítima de assédio e comentários machistas por estudantes de Medicina, membros da Atlética da EPM. No mesmo ano, a referida Atlética ganhou  repercussão negativa na grande mídia, ao retratar órgãos sexuais femininos como hambúrgueres, além de piadas sexistas e racistas. Neste ano, 2012, um aluno do campus Guarulhos chamou uma estudante de “vadia” durante uma discussão em meio de uma assembleia, um número expressivo de pessoas mostrou indignação ao fato ocorrido. Em comum, as manifestações de opressão partiram de setores que, de uma forma ou de outra, se opuseram às mobilizações – e foram então objeto de repúdio por parte do movimento estudantil.

A agressão cometida pelo discente Laerte Cameschi, dois dias antes do “Dia Internacional de Luta contra a violência à mulher” (25 de novembro), entrou na última semana para a série de episódios já ocorridos na história de nossa instituição. Em muitos comentários é levantada a questão de que o estudante participa do Movimento Estudantil do campus. Algumas questões devem, então, ser levantadas: em primeiro lugar, o movimento estudantil tem muitas formas, divergências e muitos adeptos, nem todos partilham dos mesmos métodos e ideias; em segundo lugar, o fato de um estudante ter um envolvimento político não faz dele, infelizmente e definitivamente, um feminista. Pelo contrário, é sabido por todos que o respeito às mulheres assim como a gays, lésbicas, negros e outros grupos denominados por “minorias” não se dá por opção política. O triste acontecimento da última sexta deflagra uma prática comum dentro da esquerda… E também da direita, e uma prática comum dentro do campus que, apesar de ainda recente, já conta com um infeliz histórico em relação à opressão de mulheres.

Ainda temos bastante dificuldade de, para além das “situações-limite”, compreender e combater a opressão que está enraizada culturalmente fortemente internalizada. Constantemente, cotidianamente, reproduzimos práticas e padrões que reafirmam uma opressão secular – o número de falas de homens em uma assembleia e mesas acadêmicas; maneiras que nos vestimos e exigirmos padrões e posturas de discentes e funcionários; tratamentos jocosos e desrespeitosos, por vezes dados como “inocentes”; e foi com muito custo que se inseriu a norma, via CONSU, do direito a tratamento pelo nome social a transgêneros.

Nós do Centro Acadêmico de História acreditamos que o fato não seja isolado, mas parte de uma quase tradição dentro do nosso ambiente acadêmico. Da mesma forma, acreditamos que nem todas as tradições devem ser mantidas e, portanto, exigimos, assim como outros grupos já fizeram, pronunciamento e solução a esse respeito por parte das instâncias oficiais da universidade. Enquanto isso, repudiamos o acontecimento e nos colocamos a disposição da estudante agredida e a parabenizamos por sua coragem em denunciar.

Centro Acadêmico de História
Gestão “Levanta que lá vem História”

Convocatória

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FEDERAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL DE HISTÓRIA
 
CONVOCATÓRIA
 
 
Convocamos a todos e todas para a Reunião Aberta On-line, a ser realizada neste domingo, às 19h, no horário de Brasília (18h em alguns Estados que não aderiram ao horário de verão), via Skype, conforme proposição anterior discutida no Grupo da Femeh no Facebook e na lista de e-mails femehnacional@yahoogrupos.com.br
 
O objetivo desta reunião é, novamente, de avaliar as condições e construir a realização do CONEHI em Recife-PE, convocado para os 14, 15 e 16 de dezembro. E tem sido discutida nas listas de e-mail e redes sociais a possibilidade de realização do CONEHI paralelamente ao CONEB, bem como a necessidade de se garantir a legitimidade das instâncias de decisão bem como suas condições concretas de realização.
 
Lembrem-se de, uma hora antes da reunião, testar o funcionamento de microfones, autofalantes, e de seu…

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Carta dos estudantes da PUC-SP sobre a escolha antidemocrática para a Reitoria

Em 13 de novembro, véspera de um feriado de seis dias, o grão-chanceler, Dom Odilo Pedro Scherer, que tem a prerrogativa de escolher, em uma lista tríplice, dentre os candidatos mais votados pela comunidade da universidade em eleição direta e paritária (estudantes, funcionários e professores representados na mesma proporção), anunciou a nomeação da candidata Anna Cintra ao cargo de reitora da PUC-SP. A professora foi a menos votada dentre os candidatos que concorriam ao pleito.

Destaca-se que é a primeira vez em que não é nomeado o candidato mais votado pela comunidade. As eleições diretas e paritárias são uma vitória das árduas lutas dos segmentos que compõem a universidade desde a ditadura militar, tendo sido a Pontifícia Universidade Católica pioneira nessa conquista dentre as universidades do Brasil, de forma que a primeira eleição direta também foi um marco histórico por ter levado uma mulher pela primeira vez ao cargo de reitora – selando, assim, um ambiente que primava, acima de tudo, pela liberdade em meio ao regime autoritário vigente à época.

No entanto, em evidente contradição ao referido histórico de nossa universidade, desde 2006, a Igreja Católica, intermediada pela Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP, tem adotado medidas antidemocráticas que remontam ao regime autocrático, antes tão combatido. O redesenho institucional e a reforma do estatuto da universidade criaram o Conselho Administrativo, CONSAD, órgão deliberativo composto por dois padres secretários da FUNDASP e o reitor. Esta instância possui a competência de decidir sobre todas as pautas que versem sobre questões financeiras e administrativas. Suplanta-se, portanto, a representação da comunidade, antes materializada no Conselho Universitário, CONSUN, composto por funcionários, professores e estudantes.

Posto isso, a recente nomeação da candidata menos votada caracteriza o ponto culminante de um processo que se estende através dos últimos anos contra a democracia e os direitos da comunidade. Deste modo, legitima-se a ação direta, decidida em assembléia geral, que contou com mais de quatro mil estudantes, de ocupar a reitoria e declarar a greve geral, por intermédio de um movimento autônomo, pacífico e apartidário.

É importante ressaltar que esta mobilização conta com todos os setores da universidade que se colocam em repúdio a essa evidente e inesperada usurpação da democracia na PUC.

A candidata nomeada, Anna Maria Cintra, representa todos os interesses da Fundação São Paulo, sendo, portanto, sua nomeação, uma evidente arbitrariedade direcionada unicamente para atender as finalidades obscuras da Fundação.

Cumpre salientar que a nomeada reitora assinou documento comprometendo-se a não assumir o posto, caso não fosse a mais votada pela comunidade universitária, ainda que o Cardeal a nomeasse. Anna Cintra atuou de forma controversa e antiética, visto que mentiu para toda a comunidade e traiu a sua própria palavra.

A comunidade da PUC-SP não aceita, em hipótese alguma, o empossamento da candidata nomeada pelo cardeal. Em razão disso, exigimos a posse imediata do candidato mais votado, neste caso Dirceu de Mello.

Lutamos pela existência de uma real democracia. Não nos iludimos diante de uma pseudodemocracia imposta e forjada à nossa universidade. Este projeto de universidade pelo qual a Fundação São Paulo responde se coloca diametralmente oposto ao projeto de educação que os estudantes mobilizados reivindicam: uma universidade livre, gratuita, pública, laica e de qualidade.

Defendemos que se trata de necessidade inegável e inadiável a reforma do estatuto da universidade, com o objetivo de extinguir as medidas antidemocráticas que vem nos sendo impostas, as quais são possibilitas pelo CONSAD e outros institutos previstos no atual estatuto.

Demandamos, junto aos professores e funcionários, um espaço para que haja o esclarecimento público do Cardeal sobre as motivações aparentemente repudiosas que o levaram a escolher a candidata menos votada.

Por todas essas razões nos colocamos como sujeitos políticos que defendem a democracia na PUC, de forma que não aceitaremos imposições autoritárias. Em nome do nosso passado, resistimos no presente, porque acreditamos em um futuro melhor para a nossa universidade.

Anna Cintra não nos representa e nunca nos representará. Resistiremos!

Seguiremos construindo a FEMEH!

Fonte: Blog da FEMEH
10 de outubro de 2012

Desde sua fundação, há vinte e cincos anos, a Federação do Movimento Estudantil de História (FEMEH) congrega, nacionalmente, estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, constituindo-se um espaço importante de organização. O intercâmbio de informações, promovido pelos Encontros, Seminários, Atos e atividades, entre as diferentes realidades do curso de história, permite que nossos debates sejam ricos e aumenta a nossa capacidade de mobilização. A FEMEH, além de reunir CAs e DAs, tem o papel de tocar as políticas e bandeiras que são debatidas e defendidas pelos estudantes. Ajuda também, a criar novos centros e diretórios acadêmicos e fortalecer os antigos. A Federação tem ainda Coordenação Nacional, Coordenações Regionais e Secretarias Estaduais, eleitas nas Plenárias Finais dos Encontros.

O ME de história vem adotando uma postura insensata com a FEMEH, deixando que poucas escolas assumam o papel de organizar e manter a Federação. Todos nós precisamos ter em mente que construir a Federação não é apenas papel da CN, é de todos que vislumbram o movimento estudantil como um dos instrumentos de pressão social. Todos os CA’s e DA’s devem garantir a representatividade da FEMEH nas Universidades e Faculdades brasileiras, e que os debates da Federação não ocorram apenas nos encontros nacionais e regionais.

Para dar continuidade às bandeiras da nossa Federação, no ENEH de 2012, ocorrido em Guarulhos – SP, nós da UFBA (Universidade Federal da Bahia), da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) e da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) anunciamos candidatura para ser CN nos próximos dois anos. Democraticamente, na plenária final do Encontro, fomos eleitos.

Com o quadro firmado no ENEH de 2012, nós das três escolas, acabamos por assumir mais uma responsabilidade de grande relevância, pois assim continuaremos a tocar as pautas da nossa federação, como a Abertura dos Arquivos da Ditadura, e a luta pela memória e justiça do período; a indissociabilidade do Bacharelado e Licenciatura; Regulamentação do Ofício do Historiador; e acumularemos algumas discussões que ainda são pouco aprofundadas, como a Reestruturação do Currículo, a Extensão Universitária e sobre como o uso de drogas é encarado na nossa legislação – lembrando que o uso de psicoativos tem se mostrado recorrente nos Encontros, e que o ENEH desse ano aprovou, em plenária final, a criação do GT de drogas.

Nós, estudantes de história organizados na FEMEH, temos a tarefa de discutir e de construir o curso e o projeto de universidade que queremos! Uma Universidade heterogênea, crítica e com diálogo real com a sociedade. Uma Universidade que esteja a serviço do povo! Vamos militar juntos para que o Movimento Estudantil de História tenham cada vez mais expressão na sociedade.

Tod@s estão convidados a construir a FEMEH conosco!

Coordenação Nacional da Federação do Movimento Estudantil de História (CN-FEMEH)
Centros acadêmicos de História da UFBA, UNIFESP e UFRGS