Que História é essa? Questão agrária e questão urbana

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 [[ ATENÇÃO: Dia 15, quinta, o  Que História é essa? será realizado no TEATRO!! Compareça! ]]

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Centro Acadêmico de História da Unifesp (CAHIS UNIFESP), está organizando um Ciclo de Debates chamado Que História é essa?

Esse ciclo tem como objetivo discutir temas que estão ligados à política atual e à realidade  ligada ao processo histórico do país que a sociedade brasileira tem enfretado. Deste modo, se buscará lidar com questões como Ditadura; Questão Agrária e Urbana; Opressões de Gênero; América Latina; e Racismo.

É direcionado a Estudantes de História da Unifesp e estudantes de outros cursos e universidades, professores, funcionários e comunidade acadêmica, escolas públicas e particulares, em especial no entorno da Unifesp Guarulhos, movimentos sociais populares, associações de bairro, e sociedade em geral.

Portanto, gostaríamos de convidar a todos e todas para presenciar e participar desses espaços, ajudando a enriquecer o debate que está na pauta da política atual do país.

E, por fim, contamos com o apoio de vocês na divulgação para que o máximo de interessados possam se apropriar do assunto.

O último ciclo de debates aconteceu em junho. O seguinte  será agora em setembro e o tema será Questão agrária e questão urbana.

Questão agrária e questão urbana

– 15/09 (Quinta-feira) Uma questão: Agrária e Urbana [Anfiteatro]
O processo de transformação do campo, a revolução verde, a saturação do solo, da natureza. A produção de alímentos, a concentração fundiária, o agronegócio, exôdo rural, reforma agrária e as perspectivas de tranformação sociais a partir daí. A formação das cidades, a urbanização, crescimento não (ou, no mínimo, mal) planejado, a especulação imobiliária, a perfierização da moradia popular; Além das recentes discussões sobre copa do mundo e olímpiadas e os impactos que estas vêm causando, principalmente na população pobre.

– 16/09 (Sexta-feira) Guarulhos, Bonsucesso e a Unifesp [Sala 8]
Apresentação e histórico do bairro, cuja composição se dá há muito tempo, o crescimento populacional, a instalação recente da Universidade na região, a especulação imobiliária, as mudanças estruturais recentes e suas conseqüências, o papel (social) da universidade neste ambiente.

Confirmados até agora temos o Plínio de Arruda Sampaio, da Associação Brasileira de Reforma Agrária e ex-candidato à Presidência, Helena Silvestre, militante do Luta Popular que vem discutindo a sobre a ocupação do espaço na região do Jd. Pantanal, o Elton Oliveira, do movimento Guarulhos tem História que, recentemente lançou um livro chamado “Resgatando a história de Bonsucesso e região” e Camila Gibin, militante de movimentos sociais que combatem a criminalização da juventude da periferia.

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A Questão Agrária no Brasil

 O Departamento de Ciências Sociais da Unifesp convida para a conferência:

 “A questão agraria no Brasil”

12 de Agosto de 2011, (sexta-feira)

Às 19h30, na Sala 8

Conferencista: João Pedro Stédile (Direção Nacional do MST)
Debatedor: Prof. Bruno Konder Comparato
Coordenador: Prof. Javier Amadeo
Organização: Comissão de Eventos do Departamento de Ciências Sociais – EFLCH – UNIFESP – Campus Guarulhos.
Atividade Complementar – 03 horas.
Haverá certificado para os participantes, inscrições no local.

MST ocupa Incra de São Paulo

Por Maria Aparecida e Jade Percassi – Da Página do MST

Cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras acampados e assentados do MST do estado de São Paulo ocuparam a sede da Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), na manhã de hoje, 03 de agosto. O ato tem por objetivo pressionar o governo para a pauta da Reforma Agrária.

Desde junho deste ano, os trabalhos do órgão em São Paulo encontram-se completamente paralisados, aguardando a nomeação de um novo superintendente.

A pauta de reivindicações do Movimento no estado é antiga: desapropriação de terras, regularização dos assentamentos já existentes, assistência técnica, crédito para a produção, infraestrutura e negociação das dívidas das famílias assentadas.

Segundo Gilmar Mauro, da Direção Nacional do MST, “O Incra de São Paulo não tem superintendente, não tem assistência técnica proporcional à demanda, não tem dinheiro. É mais fácil perguntarmos o que afinal temos para realizar a Reforma Agrária!”.

A atividade integra a Jornada Nacional de Lutas das centrais sindicais, movimentos sociais e diversas organizações, que realizarão uma série de manifestações durante o mês de agosto.

“É preciso compreender que a Reforma Agrária não depende apenas do MST, mas de toda a sociedade. Continuar lendo