Sábado Resistente: Tortura e psicologia

Governo de São Paulo
apresenta
no Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 – Luz
Auditório Vitae – 5º andar

SÁBADO RESISTENTE

3 de dezembro, das 14h às 17h30

Tortura e psicologia
uma questão sempre presente

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PROGRAMAÇÃO
14h00:  Boas vindas – Katia Felipini (coordenadora do Memorial da Resistência)
Apresentação  e Coordenação  – Ivan Seixas (diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política)
14h15:   

Maria Auxiliadora Arantes – “Tortura e psicologia – uma questão sempre presente”

Mestre em Psicologia Clínica e Doutora em Ciências Sociais – PUC/SP; integrante da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia; Coordenadora Geral de Combate à Tortura na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (2009-2010); fundadora e dirigente do Comitê Brasileiro pela Anistia de São Paulo – CBA/SP (1978-1982)

Lúcia Coelho – “As raízes geopolíticas da tortura intencional e seus efeitos na sociedade brasileira”

Psicóloga, Mestre em Filosofia das Ciências, Doutora em Ciência Médicas, Especialista no Psicodiagnóstico de Rorschach, Presidente da Sociedade Rorschach de São Paulo

16h: Debate

17h: Lançamento do livro “Carrascos e Vítimas – Psicologia da Tortura” (Françoise Sironi)

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Tortura e psicologia – uma questão sempre presente

A tortura não é coisa do passado. É uma prática que persiste e precisa ser combatida.

O Memorial da Resistência de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta no projeto Sábado Resistente “Tortura e Psicologia – uma questão sempre presente”, um debate com a psicóloga e ex-coordenadora do Programa Nacional de Combate à Tortura do Governo Federal, Maria Auxiliadora Arantes, e Lúcia Coelho, psicóloga clínica, sobre a tortura, a concepção que move os torturadores e como suas vítimas convivem com essa experiência terrível.

Na ocasião, haverá o lançamento do livro Carrascos e Vítimas – Psicologia da Tortura, da psicóloga francesa Françoise Sironi (Professora Titular de Psicologia Clínica e Psicopatologia na Universidade Paris VIII e diretora do Centro de Etnopsiquiatria Georges Devereux). A publicação faz uma análise profunda do ponto de vista psicológico e sócio-político da aplicação premeditada da tortura e descreve instrumentos materiais e verbais utilizados pelos perpetradores dessa infame prática. O fato de os transtornos mentais desencadeados pela destruição física e psicológica das pessoas torturadas serem distintos de qualquer quadro nosológico da psiquiatria atual, levou Françoise Sironi a desenvolver uma nova técnica de atendimento psicológico para as vítimas do que ela denomina como “traumatismo intencional”.

Este Sábado Resistente conta com o apoio do Conselho Regional de Psicologia, do Sindicato dos Psicólogos, do Instituto Roschard e do Instituto de Psicologia da USP.

Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.

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