Que História é essa? Consciência e Resistência Negra (28 e 29/11)

Centro Acadêmico de História da Unifesp (CAHIS UNIFESP), está organizando um Ciclo de Debates chamado Que História é essa?

Esse ciclo tem como objetivo discutir temas que estão ligados à política atual e à realidade  ligada ao processo histórico do país que a sociedade brasileira tem enfretado. Deste modo, se buscará lidar com questões como Ditadura; Questão Agrária e Urbana; Opressões de Gênero; América Latina; e Racismo.

É direcionado a Estudantes de História da Unifesp e estudantes de outros cursos e universidades, professores, funcionários e comunidade acadêmica, escolas públicas e particulares, em especial no entorno da Unifesp Guarulhos, movimentos sociais populares, associações de bairro, e sociedade em geral.

Portanto, gostaríamos de convidar a todos e todas para presenciar e participar desses espaços, ajudando a enriquecer o debate que está na pauta da política atual do país.

E, por fim, contamos com o apoio de vocês na divulgação para que o máximo de interessados possam se apropriar do assunto.

O último ciclo de debates aconteceu em setembro. O seguinte  será agora em novembro, com o tema: Consciência e Resistência Negra


CONSCIÊNCIA E RESISTÊNCIA NEGRA

No Ano Internacional dos Afrodescendentes, há pouco para ser comemorado sobre a situação de negros e negras no Brasil, a maior nação afrodescendente fora do continente africano. Se houve progresso nos indicadores sociais do país, a precariedade das condições de vida de negros e negras segue sendo o principal empecilho para que o Brasil passe a fazer parte do seleto grupo de nações com alto índice de desenvolvimento humano. (Jaime Amparo Alves e Douglas Belchior)

Buscamos facilitar um espaço para que estudantes que pesquisem nesta linha, buscando essencialmente uma refrência social para a produção acadêmica, pudessem contribuir para uma maior amplitude de um debate sobre o que seria a “consciência negra” rememorada no dia 20/11.

Desmistificando, de certa forma, a relação imediata que se faz de resistência a palmares (essencialmente Zumbi), apesar de sua grande importância. Entretanto, o que se vê normalmente nos mais diversos espaços da sociedade, inclusive na academia e nos movimentos, é atribuir à resistência e à consciência negra apenas esta relação, ou ainda vitimizando. E nos piores casos, desqualificando o debate.

Diante (e após) disso, tentamos estimular um debate aberto e discutir de modo amplo os problemas enfrentados por negros e negras (intimamente ligada à questão de classe). E, desse modo, apontar as ações que possam contribuir para superação dessa questão.

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