Alagados, abandonados, removidos

Poder público aproveita inundação de bairros da zona leste de São Paulo ocorrida em dezembro para pressionar por saída de moradores e alimentar a especulação imobiliária na região

 
Seis meses depois das enchentes que alagaram a região da várzea do rio Tietê, na zona leste de São Paulo (SP) – matando oito pessoas e atingindo de quatro a cinco mil casas –, a tranquilidade ainda não retornou à vida dos moradores. Ao contrário: em vez de reconstruírem o que foi levado pela enxurrada, as famílias afetadas travam uma batalha para não perderem suas moradias, ameaçadas por mais um projeto de reurbanização da capital paulista.
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Um comentário sobre “Alagados, abandonados, removidos

  1. Tive a oportunidade de ir até lá e ver de perto esse descaso criminoso. Será que se a UNIFESP ou a Prefeitura de São Paulo, ou ainda a Camargo Correia estive nessa situação algo mudaria?

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